No início da semana a cidade de São Paulo viveu momentos de caos logo nas primeiras horas do dia. As principais vias de acesso ao centro da cidade estavam interditadas por causa da chuva, incessante desde o início da madrugada de terça-feira.
Em momentos como esse o que fazer? Você tem horário para chegar ao trabalho, o trânsito está parado, o tempo passa e suas tarefas se acumulam. Em casos como esse uma tendência que cresce dia a dia mostra a sua cara e eficácia – O Home Office.
Eliane Figueiredo, da Projeto RH lembra que em casos de enchente e impossibilidade de chegar ao trabalho configuram-se duas situações distintas, pois existem cargos em que as tarefas executadas podem perfeitamente ser feitas em casa.
Já no caso de atendimento ao público, como caixas , motoristas, enfermeiros “sugerimos que façam um esforço adicional para comparecer ao trabalho, mesmo que compareçam em um horário posterior ao usual.”
Para que essa pratica funcione com eficácia e traga bons resultados é preciso escolher com assertividade quais as áreas e perfis de profissional que se encaixam a essa tendência. São características fundamentais:
Foco em Resultados
Afinal, não é porque você esta em casa que deixará de fazer o trabalho ou deixá-lo pela metade;
Administração do Tempo
Nem de mais e nem de menos. O profissional que trabalha em casa precisa dosar o tempo dedicado à execução das tarefas para não trabalhar em excesso e nem deixar de cumprir o prazo estabelecido pela empresa.
Aderir à pratica do home office traz vantagens intangíveis aos funcionários e benefícios para o bolso do empregador. Claro que tudo aliado à escolha certa de pessoas e boa administração do negócio. Nossas entrevistadas levantaram alguns desses aspectos para você, confira:
Pontos Positivos
Empresa Funcionários
Redução de Despesas Mais tempo com a família
Aumento de Produtividade Tempo para aprimorar a carreira com cursos
Trabalhar perto de casa ajuda?
Quem nunca pensou na oportunidade de trabalho dos sonhos na esquina seguinte à de sua casa que atire a primeira pedra. Mas, será essa uma característica decisória nos processos seletivos? Para Gerusa Mengarda, da Allis apesar de ser um fator a se pesar nas contratações não configura-se como ponto decisório.
“Morar em uma cidade como São Paulo requer paciência e tolerância para se locomover, ainda mais em dias de caos. Quando o profissional reside próximo ao trabalho, ele aumenta a qualidade de vida e ainda pode aproveitar o tempo livre para aprimorar seus conhecimentos e fazer um upgrade em sua carreira. Algumas vagas exigem que o trabalhador more perto do local de trabalho, mas não é considerado um fator de decisão na contratação.”
E você, qual a sua opinião sobre o assunto?
Trabalhar em casa seria melhor ou pior? Comente.